quarta-feira, 18 de abril de 2018

NA HORA DA CRUZ REP DE O BLOG ESPIRITISMO SÉCULO XXI





Na hora da cruz
Irmão X (autor espiritual)
Quando o Mestre se afastou do Pretório, suportando o madeiro a que fora sentenciado pelo povo em desvario, pungentes reflexões lhe assomavam ao pensamento.
Que fizera, senão o bem? Que desejara aos perseguidores, senão a bênção da alegria e a visitação da luz? Quando receberiam os homens o dom da fraternidade e da paz?
Devotara-se aos doentes com carinho, afeiçoara-se aos discípulos com fervor... Entretanto, sentia-se angustiadamente só.
Doíam-lhe os ombros dilacerados.
Por que fora libertado Barrabás, o rebelde, e condenado ele, que reverenciava a ordem e a disciplina?
Em derredor, judeus irritados ameaçavam-no erguendo os punhos, enquanto legionários semiébrios proferiam maldições.
A saliva dos perversos fustigava-lhe o rosto e, inclinando-o para o solo, a cruz enorme pesava...
“Ó Pai! – refletia, avançando dificilmente – que fiz para receber semelhante flagelação?”
Anciãs humildes tentavam confortá-lo, mas, curvado qual se via, nem mesmo lhes divisava os semblantes.
“Por que a cruz? – continuava meditando, agoniado – por que lhe cabia tolerar o martírio reservado aos criminosos?”
Lembrou as crianças e as mulheres simples da Galileia, que lhe compreendiam o olhar, recordando, saudoso, o grande lago, onde sentia a presença do Todo-Compassivo, na bondade da natureza...
Lágrimas quentes borbotavam-lhe dos olhos feridos, lágrimas que suas mãos não conseguiam enxugar. Turvara-se-lhe a visão e, incapaz de mais seguro equilíbrio sobre o pedregulho do caminho estreito, tropeçou e caiu de joelhos.
Guardas rudes vergastaram-lhe a face com mais violência. Alguns deles, porém, acreditando-o sob incoercível cansaço, obrigaram Simão, o Cirineu, que voltava do campo, a auxiliá-lo na condução do madeiro.
Constrangido, o lavrador tomou sobre os ombros o terrível instrumento de tortura e só então conseguiu Jesus levantar a cabeça e contemplar a multidão que se adensava em torno.
E observando a turba irada, oh! sublime transformação!...
Notou que os circunstantes estavam algemados a tremendas cruzes, invisíveis ao olhar comum.
O primeiro que pôde analisar particularmente foi Joab, o cambista, velho companheiro de Anás, nos negócios do Templo. Ele se achava atado ao lenho da usura. Vociferava, aflito, escancarando a garganta sequiosa de ouro.
Não longe, Apolônio, o soldado da coorte, mostrava-se agarrado à enorme cruz da luxúria, repleta de vermes roazes a lhe devorarem o próprio corpo.
Caleb, o incensador, berrava frenético, entretanto apresentava-se jungido ao madeiro do remorso por homicídios ocultos.
Amós, o mercador de cabras, arrastava a cruz da enfermidade que o forçava a sustentar-se em vigorosas muletas.
José de Arimateia, o amigo generoso, que o seguia, discreto, achava-se preso ao frio lenho dos deveres políticos, e Nicodemos, o doutor da Lei, junto dele, vergava, mudo, sob o estafante madeiro da vaidade.
Todas as criaturas daquele estranho ajuntamento traziam consigo flagelações diversas. O Mestre reconhecia-as acabrunhado.
Eram cruzes de ignorância e miséria, de revolta e concupiscência, de aflição e despeito, de inveja e iniquidade.
Tentou concentrar-se em maior exame, contudo piedosas mulheres em lágrimas acercavam-se dele, de improviso.
– Senhor, que será de nós, quando partires? – gritava uma delas.
– Senhor, compadece–te de nossa desventura!... – suplicava outra.
– Senhor, nós te lamentamos!...
– Mestre, pobre de ti!...
O Cristo fitou-as, admirado. Todas exibiam asfixiantes padecimentos.
Viu que, entre elas, Maria de Cleofas trazia a cruz da maternidade dolorosa, que Maria de Magdala pranteava sob a cruz da tristeza e que Joana de Cusa, que viera igualmente às celebrações da Páscoa, sofria sob o madeiro do casamento infeliz...
Azorragues lamberam-lhe a cabeça coroada de espinhos. A multidão começava a mover-se, de novo. Era preciso caminhar...
Foi então que o Celeste Benfeitor, acariciando a própria cruz que Simão, o Cirineu, passara a carregar, nela sentiu precioso rebento de esperança, com que o Pai Amoroso lhe agraciara o testemunho, a fim de que as sementes da renovação espiritual felicitassem a Humanidade.
E, endereçando compadecido olhar às mulheres que o cercavam, pronunciou as inesquecíveis palavras do Evangelho:
– Filhas de Jerusalém, não choreis por mim!... Chorai, antes, por vós mesmas e por vossos filhos, porque dias virão em que direis: bem-aventurados os ventres que não geraram e os seios que não amamentaram!... Então, clamareis para os montes: Caí sobre nós! – e rogareis aos outeiros: Cobri-nos! – Porque, se ao madeiro verde fazem isto, que se fará com o lenho seco?
Do livro Cartas e Crônicas, obra mediúnica psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier.
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terça-feira, 17 de abril de 2018

UMA PALETA DE CORES REP DE O BLOG ESPIRITISMO SÉCULO XXI





Uma paleta de cores
CÍNTHIA CORTEGOSO
cinthiacortegoso@gmail.com
De Londrina-PR
Observando um jardim esplêndido.
Se um jardim de mesmas flores já é encantador, um de espécies variadas e incomparavelmente coloridas, de fato, é esplendoroso. Tanta diversidade, tanta riqueza.
Havia as de talo longo, curto; com pétalas mais delicadas, outras mais robustas; havia as de cor viva e as de cor neutra; umas mais perfumadas, outras suaves; algumas se movimentavam pouco, outras se alongavam ao máximo. Era uma tarde de vento fresco e céu azul.
De perto o encanto era ampliado; um pouco mais distante, a formosura se mantinha com o suspiro misterioso de como é linda a diversidade. Não há como escolher; nenhuma flor é menos que outra, são variadas e são todas flores.
Se pesquisarmos cada uma, haverá inúmeras informações peculiares, seu desenvolvimento, sua adaptação, suas características. Mesmo aparentemente parecidas, elas são únicas. Como nos encantamos com essas lindas criaturas! E se desse jardim algumas forem arrancadas, certamente, farão muita falta, pois já existiam ali e completavam o espaço.
Cultivemos, então, os belos jardins de flores variadas e cuidemos ainda mais da diversidade das pessoas porque haverá o dia em que a compreensão do que é diferente será o mesmo entendimento da importância dos muitos credos, etnias, escolhas de vida, ou seja, o natural progresso dentro da evolução.
Visite o blog Conto, crônica, poesia… minha literatura: http://contoecronica.wordpress.com/
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segunda-feira, 16 de abril de 2018

PERANTE A MORTE REP DE O BLOG ESPIRITISMO SÉCULO XXI





Perante a morte
Astrolábio Querido
Cai a sombra da morte no caminho
Mas, ao invés da triste noite escura,
Surgem na madrugada de ventura
Novo céu, nova estrada, novo ninho.
Não mais o doloroso torvelinho
Nem a aflição da carne que tortura:
- Voa a alma livre, à luz risonha e pura,
Embriagada de celeste vinho.
Para quem guarda o bem, para quem lida,
Procurando Jesus em toda a vida,
A morte é doce prêmio à longa espera.
A sepultura em treva, angústia e pranto,
Descortina o reinado sacrossanto
Da Eterna Paz, na Eterna Primavera.

Do livro Cartas do Coração, obra mediúnica psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier.
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quarta-feira, 11 de abril de 2018

SERVIR MAIS REP. DE O BLOG ESPIRITISMO SÉCULO XXI






Servir mais
Irmão X
Efraim ben Assef, caudilho de Israel contra o poderio romano, viera a Jerusalém para levantar as forças da resistência, e, informado de que Jesus, o profeta, fora recebido festivamente na cidade, resolveu procurá-lo, na casa de Obede, o guardador de cabras, a fim de ouvi-lo.
- Mestre - falou o guerreiro -, não te procuro como quem desconhece a justiça de Deus, que corrige os erros do mundo, todos os dias... Tenho necessidade de instrução para a minha conduta pessoal no auxílio do povo. Como agir, quando o orgulho dos outros se agiganta e nos entrava o caminho?... quando a vaidade ostenta o poder e multiplica as lágrimas de quem chora?
- É preciso ser mais humilde e servir mais - respondeu o Senhor, fixando nele o olhar translúcido.
- Mas... e quando a maldade se ergue, espreitando-nos à porta? que fazer, quando os ímpios nos caluniam à feição de verdugos?  
E Jesus:
- É preciso mais amor e servir mais.
- Senhor, e a palavra feroz? que medidas tomar para coibi-la? como proceder, quando a boca do ofensor cospe fogo de violência, qual nuvem de tempestade, arremessando raios de morte?
- É preciso mais brandura e servir mais.
- E diante dos golpes? há criaturas que se esmeram na crueldade, ferindo-nos até o sangue... De que modo conduzir nosso passo, à frente dos que nos perseguem sem motivo e odeiam sem razão?
- É preciso mais paciência e servir mais.
- E a pilhagem, Senhor? que diretrizes buscar, perante aqueles que furtam, desapiedados e poderosos, assegurando a própria impunidade à custa do ouro que ajuntam sobre o pranto dos semelhantes?
- É preciso mais renúncia e servir mais.
- E os assassinos? que comportamento adotar, junto daqueles que incendeiam campos e lares, exterminando mulheres e crianças?
- É preciso mais perdão e servir mais.
Exasperado, por não encontrar alicerces ao revide político que aspirava a empreender em mais larga escala, indagou Efraim:
- Mestre, que pretendes dizer por “servir mais”?
Jesus afagou uma das crianças que o procuravam e replicou, sem afetação:
- Convencidos de que a justiça de Deus está regendo a vida, a nossa obrigação, no mundo íntimo, é viver retamente na prática do bem, com a certeza de que a Lei cuidará de todos. Não temos, desse modo, outro caminho mais alto senão servir ao bem dos semelhantes, sempre mais...
O chefe israelita, manifestando imenso desprezo, abandonou a pequena sala, sem despedir-se.
Decorridos dois dias, quando os esbirros do Sinédrio chegaram, em companhia de Judas, para deter o Messias, Efraim ben Assef estava à frente. E, sorrindo, ao algemar-lhe o pulso, qual se prendesse terrível salteador, perguntou, sarcástico:
- Não reages, galileu?
Mas o Cristo pousou nele, de novo, o olhar tranquilo e disse apenas:
- É preciso compreender e servir mais.

Do livro Contos Desta e Doutra Vida, obra mediúnica psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier.
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segunda-feira, 9 de abril de 2018

À JUVENTUDE - REP DE O BLOG ESPIRITISISMO SÉCULO XXI





À Juventude
Cármen Cinira
Juventude linda e ardente,
Mocidade querida que eu exorto,
Meu coração de carne, esse está morto,
Mas minha alma que é eterna está presente.
Zelai pelo plantio, ó juventude,
Das flores perfumadas da virtude,
Porque depois dos sonhos terminados
Em nossos ermos e últimos caminhos,
Ai! como nos ferem os espinhos
Das belas rosas rubras dos pecados!
Do livro Parnaso de Além-Túmulo, obra psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier.
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quarta-feira, 4 de abril de 2018

EVANGELHO E ESPIRITISMO - REP DE O BLOG ESPIRITISMO SÉCULO XXI




Evangelho e Espiritismo
Emmanuel
Todos aqueles que negam a feição religiosa do Espiritismo, recusando-lhe a posição de Cristianismo Restaurado, decerto ainda não abarcaram, em considerações mais amplas, a essência evangélica em que se lhe estruturam os princípios, nos mais íntimos fundamentos.
Examinemos, pela rama, alguns dos pontos mais importantes de formação do Testamento Kardequiano:
- "O Livro dos Espíritos", que se popularizou com mil e dezenove questões, sabiamente explanadas, não obstante os primores filosóficos de que se compõe, é um código de  responsabilidade moral, iniciado com duas proposições, acerca de Deus e do Infinito, e rematado com outras duas, que se reportam ao reino do Cristo nos corações e ao reinado do bem, no caminho dos homens.
- "O Livro dos Médiuns", volume de metodologia para o intercâmbio entre encarnados e desencarnados, apresenta, de entrada, valiosa argumentação, alusiva à existência do Mundo Espiritual, e reúne, no encerramento, diversas comunicações de individualidades desencarnadas, ao mesmo tempo que nos convida a exame sério e imparcial de todas as mensagens recolhidas do Além, por via mediúnica, salientando-se que a primeira página da seleção exposta começa com significativa advertência de Agostinho: "Confiai na bondade de Deus e sede bastante clarividentes para perceberdes os preparativos da vida nova que ele vos destina".
- “O Evangelho segundo o "Espiritismo" abre as próprias elucidações com judiciosos apontamentos, em torno de Moisés e da Lei Antiga, compendiando, em seguida, os ensinos de Jesus, em todo o texto, para concluir alinhando comovedores poemas de exaltação à prece.
- "O Céu e o Inferno", tomo de cogitações francamente religiosas, segundo a definição do título, começa analisando o porvir humano, do ponto de vista espiritual, e termina com o ditado de José, o cego, espírito de evolução mediana que encarece a necessidade do sofrimento no serviço expiatório da consciência culpada e destaca a excelência da reencarnação, na Justiça Divina.
- "A Gênese", o livro final da Codificação e que enfeixa arrojadas teses de ciência e filosofia, enfileira dezoito capítulos, com mais de cem artigos, dos quais a terça parte se refere exclusivamente a passagens e lições do Divino Mestre, acrescendo notar que a obra principia aceitando o Espiritismo em sua missão de Consolador Prometido, com a função de explicar e desenvolver as instruções do Cristo, e despede-se com admiráveis reflexões sobre a geração nova e a regeneração da Humanidade.
Cremos de boa fé que todos os companheiros, propositadamente distanciados da tarefa religiosa do Espiritismo, assim procedem, diligenciando imunizar-nos contra a superstição e o fanatismo, que a plataforma libertadora da própria Doutrina Espírita nos obriga a remover, mas, sinceramente, não entendemos a Nova Revelação sem o Cristianismo, a espinha dorsal em que se apoia.
Isso acontece porque, se após dezenove séculos de teologia arbitrária, não chegaríamos a compreender agora, no mundo, o Evangelho e Jesus Cristo, sem Allan Kardec, manda a lógica se proclame que o Espiritismo e Allan Kardec se baseiam em Jesus Cristo, de ponta a ponta.

Do livro Opinião Espírita, obra mediúnica psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier.
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sábado, 17 de março de 2018

A FEB E O NÚCLEO ESPIRITA GUILLON RIBEIRO REP DE O BLOG ESPIRITISMO SÉCULO XXI




A FEB e o Núcleo Espírita Guillon Ribeiro

                   
Jorge Leite de Oliveira
Foi num sábado alegre que nasceu
A luz do Santo Antônio Descoberto
E onde antes fora campo floresceu
O núcleo liderado por Alberto.
— Mas líder mesmo é Cristo — disse certo —,
Ninguém que queira ser seu servidor,
Por mais que aqui na Terra esteja esperto,
Nega Jesus por Mestre e Deus Senhor.
Procura, então, a Casa de Ismael,
Que, mãe zelosa, vem lhe suceder,
Pois cabe à Casa-Mater o papel
De cada nosso irmão esclarecer.
E, garantido o auxílio material,
Missão cumprida, ele prossegue além,
Em cumprimento ao dom espiritual
Na sua santa saga pelo bem.
Outros irmãos então são convidados
Para continuar o atendimento
E um grupo de cristãos abnegados
Prossegue no sublime acolhimento...
Ó Núcleo Espírita Guillon Ribeiro,
Grande felicidade nos concede
Colaborar com cada companheiro
E irmã abnegada que te serve.
Nossa união baseia-se no amor,
Na mais sincera e pura singeleza;
Jesus é nosso Mestre; e Deus, Senhor;
Na fé está nossa maior riqueza.
Assim, vamos seguindo, cada dia,
Na direção do bem de todos nós.
Servindo ao nosso irmão com alegria,
Por certo, nunca ficaremos sós.
Não ficaremos sós, por que teremos
Ao nosso lado corações amigos
Que se espelham no bem que nós fazemos
E Deus nos livra sempre dos perigos.
Guillon Ribeiro, servidor do Cristo,
Conduz-nos, com amor e humildade,
Com disciplina ao seu sublime aprisco
Que tem por salvação a caridade.
E o lema Deus, Jesus e Caridade
Há de seguir conosco aqui e Além
Nessa união de idoso e mocidade
Que vence o mal na prática do Bem.
E, um dia, almas irmãs, almas eleitas,
Havemos de trocar em seus espaços,
Bem como lá, nas regiões perfeitas,
Puros, sinceros, imortais abraços!
Rio, Brasília, São Paulo e Goiás;
Apenas inicia-se a expansão...
Nosso desejo é, ainda mais,
Estar presente em toda esta nação.
Na singeleza do Guillon Ribeiro,
Sem desprezar a crença de ninguém,
Levemos o Evangelho ao mundo inteiro
Nessa cruzada espírita do bem.
Poema composto no dia 3 de maio de 2015, em Brasília, DF.
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